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Conta de luz: entenda por que ela está mais cara, e por que deve continuar a subir

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Energia elétrica foi o item que mais pesou na inflação oficial do país; entenda por que a maior crise hídrica em mais de 90 anos pesa tanto no bolso do consumidor.

A energia elétrica foi o item de maior peso na última divulgação da inflação oficial do país. Apenas no mês passado, a alta foi de 5,37%, o que correspondeu a 0,23 ponto percentual do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de maioEm 12 meses, o acumulado está em 8,06%.

O estouro de preço é consequência da crise hídrica que afeta os reservatórios das usinas hidrelétricas. O Brasil enfrenta a pior estiagem dos últimos 91 anos, segundo dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), fazendo necessário o acionamento das usinas termelétricas para suprir a queda de oferta.

Por que a conta de luz está mais alta?

Com a crise hídrica e queda do nível dos reservatórios de hidrelétricas, a oferta de energia é compensada por usinas termelétricas. O custo de geração fica mais alto e esse preço é repassado ao consumidor.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o acionamento além do previsto de usinas termelétricas para garantir o fornecimento de energia em 2021 vai custar R$ 9 bilhões aos consumidores. De janeiro a abril deste ano, o acionamento adicional das termelétricas já custou R$ 4,3 bilhões.

Para compensar esse gasto, foi adotada a bandeira vermelha patamar 2, nível máximo de cobrança extra aos consumidores.

O que são as bandeiras tarifárias?

Para incentivar a economia de energia, o país tem um sistema de aumento da cobrança que se move de acordo com a condição dos reservatórios. Essas divisões foram chamadas de bandeiras tarifárias.

Quando as condições de produção pioram, há uma mudança de fase, definida sempre pela Aneel. São quatro níveis:

  • Bandeira verde: não gera cobrança extra no consumo de energia.
  • Bandeira amarela: gera tarifa extra de R$ 1,343 para cada 100 kWh consumidos no mês.
  • Bandeira vermelha, patamar 1: a cobrança extra é de R$ 4,169 a cada 100 kWh.
  • Bandeira vermelha, patamar 2: adicional sobe para R$ 6,243 na conta para cada 100 kWh.

Nesta terça-feira (15), inclusive, o diretor-geral da Aneel, André Pepitone, afirmou que a agência prepara mudanças que vão encarecer ainda mais a conta de luz já nas próximas semanas. O valor da bandeira vermelha patamar 2 está sendo discutido e deve ser aumentado em cerca de 20%, passando dos R$ 7.

CPI retira sigilo de documentos enviados por Itamaraty, Ministério da Saúde e Fiocruz

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Arquivos foram enviados à CPI da Covid e tratados como confidenciais pelos órgãos. Senadores entenderam que há ‘interesse público’ em dados sobre negociações de vacinas e insumos.

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid decidiu nesta quarta-feira (16) retirar o sigilo de documentos enviados à Comissão pelo Ministério das Relações Exteriores, pelo Ministério da Saúde e pela Fiocruz.

A CPI da Covid apura as ações do governo federal e o repasse de verbas da União aos governo locais. A comissão já recebeu centenas de documentos que ficam guardados em uma sala-cofre, entre eles, telegramas sigilosos do Itamaraty e documentos da Controladoria-Geral da União sobre investigações.

Os senadores decidiram pela quebra do sigilo de alguns documentos, pois entenderam que há ‘interesse público’ em dados sobre negociações de vacinas e insumos para pandemia. A medida também atingiu informações encaminhadas por fornecedoras de oxigênio, como a empresa Air Liquide.

Com a reclassificação aprovada pela comissão, os documentos, antes tratados como confidenciais, passaram a ser públicos. Há a exceção em alguns casos, como contratos entre empresas e o governo brasileiro, cuja proteção das cláusulas será mantida em sigilo.

Senadores governistas, como Ciro Nogueira (Progressistas) e Marcos Rogério (DEM-RO), pediram cuidado na divulgação de documentos, principalmente aqueles enviados pelo Ministério das Relações Exteriores.

No início da sessão, o presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM) informou que há documentos que estão disponíveis no Portal da Transparência e que o governo envia como sigilosos. Segundo o presidente da CPI, a comissão já recebeu 1,5 TB de informações.

“[…] Tem até documentos que estão no Portal da Transparência que o governo mandou pra cá como sigiloso. Estão no Portal da Transparência, e ele manda como sigiloso. Uma forma de tentar obstruir a investigação, correto? Porque é muito fácil botar lá o carimbo ‘sigiloso'”, afirmou Aziz.

Aziz contou ainda que nesta terça-feira (15) o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), o informou que o chanceler Carlos França tinha entrado em contato com ele para tratar do assunto.

“Em relação ao Ministério das Relações Exteriores, ontem eu recebi um telefonema do Presidente Rodrigo Pacheco, que o Chanceler entrou em contato com ele e nós vamos ter todos os cuidados, se necessários”, disse.

O vice-presidente da CPI, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), ponderou que dois terços dos documentos enviados são realmente sigilosos e assim serão mantidos, entre eles, inquéritos no Ministério Público.

“Não cabe a nós, nós não temos competência pra fazer o afastamento de sigilo desses documentos”, disse.

Vacinas e contratos

Entre os documentos que foram alvo da quebra de sigilo, estão arquivos enviados pelo Ministério da Saúde no dia 10 de junho. O relator da comissão, senador Renan Calheiros (MDB-AL), mencionou que constam nos documentos informações sobre requisições de vacinas e agulhas e as respectivas respostas de empresas.

Ao justificar a retirada do sigilo, Calheiros afirmou no requerimento que se trata de informação de “interesse público”. Para ele, “em face do princípio da publicidade dos atos administrativos, não podem estar sujeitas ao sigilo”.

O relator pontuou que será preservado o sigilo relativo aos contratos entre a União e as empresas Pfizer e Janssen, diante da cláusula de confidencialidade alegada.

O mesmo valerá para a Fiocruz, visto que a comissão solicitou a íntegra do contrato de encomenda tecnológica com a Astrazeneca.

Relações Exteriores

Com relação ao Itamaraty, entre os documentos que foram alvos da quebra de sigilo estão informações relativas a viagem feita por uma comitiva brasileira para Israel, em março deste ano, com o objetivo de conhecer um spray nasal ainda em fase de estudos contra a Covid-19.

A medida ainda recairá sobre informações e documentos referentes a adesão do Brasil ao consórcio internacional Covax Facility.

O senador Randolfe Rodrigues ressaltou no requerimento que “resta preservado o sigilo dos documentos classificados inequivocamente como reservados, conforme a distribuição de pastas que o Ministério das Relações Exteriores realizou nesses arquivos”.

Oxigênio

A comissão também decidiu tornar públicos documentos enviados por empresas fornecedoras de oxigênio – o desabastecimento do insumo em Manaus é um dos objetos da comissão.

Randolfe informou no requerimento que há mensagens, e-mails e áudios encaminhados, mas ressaltou que as conversas tratam “a respeito de assuntos de interesse público, não de assuntos particulares, o que afastaria o sigilo de comunicações e o direito à privacidade”.

Quebra de sigilo telefônico, telemático, fiscal e bancário

A CPI da Covid também aprovou nesta quarta-feira (16) a quebra dos sigilos telefônico, telemático, fiscal e bancário dos empresários Carlos Wizard e Francisco Emerson Maximiano.

A chamada “transferência” do sigilo telefônico inclui o registro e a duração de todas as ligações feitas e recebidas conforme período delimitado pelos senadores.

A transferência do sigilo telemático prevê o envio de uma série de informações, entre as quais cópias do conteúdo armazenado, lista de contatos, cópia de e-mails e localizações de acesso à conta.

Randolfe Rodrigues é um dos autores dos pedidos de quebra de sigilo e afirmou que a medida é necessária para a apuração pela CPI de eventual enriquecimento ilícito das farmacêuticas fabricantes de medicamentos do chamado kit Covid, tratamento com drogas sem eficácia contra a Covid.

A relação dessas empresas com o governo do presidente Jair Bolsonaro também é alvo de investigação, uma vez que o presidente e o Ministério da Saúde promoveram o uso das drogas por pacientes infectados com o novo coronavírus.

A comissão também aprovou as quebras dos sigilos de Renato Spallici e Renata Spallici, respectivamente presidente e diretora da empresa Aspen farmacêutica, laboratório que produz cloroquina, remédio ineficaz para a Covid-19.

O empresário José Alves Filho, sócio-administrador da empresa Vitamedic, também foi atingido com a medida.

Convocações

Nesta quarta, os senadores também aprovaram a convocação:

  • de um representante, com nome a ser definido, da farmacêutica Janssen;
  • dos deputados estaduais do Amazonas Péricles Rodrigues do Nascimento e Fausto Junior, presidente e relator da CPI da Saúde, que apura sobre desvios de recursos públicos no enfrentamento à Covid-19;
  • e de Francisco Maximiano, sócio da Precisa Medicamentos, também alvo da quebra de sigilo.

A comissão, por outro lado, rejeitou a convocação de Carlos Eduardo Gabas, secretário Executivo do Consórcio do Nordeste.

A oitiva de Gabas, que foi ministro durante o governo Dilma Rousseff, era um dos principais pedidos de senadores aliados ao governo. No requerimento para ouvir Gabas, eles sustentavam a necessidade de apurar sobre a suposta fraude na compra de ventiladores pulmonares para a Covid. O pedido foi derrotado por 6 votos a 4.

Covid: Brasil registra 2.760 novas mortes e ultrapassa 490 mil óbitos

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O Brasil ultrapassou hoje os 490 mil óbitos de covid desde o início da pandemia, em março de 2020, chegando a 491.164. Só nas últimas 24 horas, foram 2.760 mortes, o maior número em um único dia no último mês. O registro mais alto anterior a hoje havia sido em 5 de maio, quando foram registrados 2.791 óbitos. Durante o mês de junho, o maior número havia sido 2.693, no último dia 8. Às terças-feiras, os números costumam ser mais altos em virtude do represamento de dados do fim de semana. Porém, nas últimas semanas, o patamar não havia sido tão alto quanto o registrado hoje. Na primeira semana do mês, por exemplo, o número foi de 2.346. Já em maio, os registros de terça-feira foram 2.198 (25 de maio), 2.517 (18 de maio) e 2.275 (11 de maio).

A média móvel de mortes continua subindo e chegou hoje a 1.980. Este índice representa a média diária de óbitos pela doença calculada com base nos números dos últimos sete dias. Este número está acima de mil há 146 dias. Durante a chamada primeira onda, o maior tempo que a média móvel ficou acima de mil foi 31 dias. Os sistemas de saúde registraram hoje 88.992 novos casos de coronavírus. Com isso, o total de diagnósticos positivos da doença desde o início da pandemia é de 17.543.853.

Os dados não representam quando os óbitos e diagnósticos de fato ocorreram, mas, sim, quando passaram a constar das bases oficiais dos governos. Sete estados reportaram mais de cem mortes em decorrência da covid-19 nas últimas 24 horas. A soma do total de óbitos destes locais (2.156) representa mais do que a metade do total de mortes no país:

São Paulo – 897

Paraná – 340

Ceará – 239

Rio de Janeiro – 227

Rio Grande do Sul – 201

Goiás – 150

Bahia – 102.

Nas últimas 24 horas, 17 estados apresentaram estabilidade na média móvel de mortes, enquanto outros cinco tiveram aceleração. Quatro estados mais o Distrito Federal registraram queda.

Veja a situação por estado e no Distrito Federal:

Região Sudeste: Espírito Santo: queda (-32%); Minas Gerais: alta (33%); Rio de Janeiro: estável (15%); São Paulo: estável (3%)

Região Norte: Acre: estável (0%) ; Amazonas: estável (15%) ; Amapá: alta (29%); Pará: estável (14%); Rondônia: estável (8%); Roraima: queda (-30%) ; Tocantins: estável (-13%).

Região Nordeste: Alagoas: estável (10%); Bahia: estável (10%); Ceará: queda (-22%); Maranhão: estável (15%); Paraíba: alta (29%); Pernambuco: estável (-5%); Piauí: estável (-6%); Rio Grande do Norte: estável (8%); Sergipe: estável (1%);

Região Centro-Oeste: Distrito Federal: queda (-18%); Goiás: alta (33%); Mato Grosso: estável (-4%);Mato Grosso do Sul: estável (4%).

Região Sul: Paraná: alta (18%); Rio Grande do Sul: estável (13%); Santa Catarina: queda (-18%).

O Ministério da Saúde informou que o Brasil registrou 2.468 novas mortes provocadas pela covid-19 entre ontem e hoje. Desde o começo da pandemia, houve 490.696 óbitos provocados pela doença em todo o país. Pelos números do ministério, houve 80.609 casos confirmados de covid-19 no Brasil nas últimas 24 horas, elevando o total de infectados para 17.533.221 desde março de 2020. Segundo o governo federal, 15.944.646 pessoas se recuperaram da doença até o momento, com outras 1.097.879 em acompanhamento.

Veículos se unem pela informação.

Em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de covid-19, os veículos de comunicação UOL, O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo, O Globo, G1 e Extra formaram um consórcio para trabalhar de forma colaborativa para buscar as informações necessárias diretamente nas secretarias estaduais de saúde das 27 unidades da federação. O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, deveria ser a fonte natural desses números, mas atitudes de autoridades e do próprio presidente durante a pandemia colocam em dúvida a disponibilidade dos dados e sua precisão.

MEC lança 5 editais para contratar consultores

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Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB) e em parceria com o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento – BIRD (Banco Mundial), está contratando consultores especialistas para apoiar as equipes técnicas das secretarias de educação dos estados e do DF na implementação do Novo Ensino Médio. Essa é uma das ações do MEC para apoiar a implementação da reforma do ensino médio (a partir de 2022) e aumentar o índice de desenvolvimento da educação básica.

O MEC publicou em seu portal 5 editais para a contratação de consultores que apoiarão as 27 secretarias de educação na implementação do Novo Ensino Médio.

Segundo o secretário de educação básica, Mauro Rabelo, “essa iniciativa concretiza mais uma ação do apoio técnico do MEC para auxiliar os estados na implementação do Novo Ensino Médio e o acordo com o Banco Mundial tem sido um instrumento muito robusto nesse auxílio. Diante desse grande desafio, o diálogo contínuo entre nós, o Consed e o CNE tem sido fundamental para seguirmos avançando.”.

Sobre a ação
O MEC, por meio da SEB, promoverá apoio técnico às 27 secretarias de educação por meio da contratação de consultores especialistas, de acordo com as maiores necessidades apontadas pelas próprias equipes técnicas estaduais e distrital para a implementação do Novo Ensino Médio (NEM). No total, são 5 editais para seleção e contratação de consultores nas áreas:

– Especialista em Gestão de Projetos com Foco Educacional 

  • Secretaria estadual de educação de Alagoas, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima e Tocantins.
  • Data para envio dos currículos:  10/06/2021 a 28/06/2021.
  • Acesse aqui o edital

– Especialista em Gestão de Projetos com Foco Operacional;

  • Secretaria estadual de educação do Acre, Amapá, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Sergipe e São Paulo.
  • Data para envio dos currículos: 08/06/2021 a 23/06/2021.
  • Acesse aqui o edital


– Especialista Pedagógico.

  • Secretaria estadual de educação do Amazonas, Bahia e Santa Catarina.
  • Data para envio dos currículos: 02/06/2021 a 21/06/2021.
  • Acesse aqui o edital

– Especialista em comunicação;

  • Secretaria estadual de educação do Mato Grosso do Sul.
  • Data para envio dos currículos: 28/05/2021 a 14/06/2021.
  • Acesse aqui o edital

– Especialista em tecnologia da informação;

  • Secretarias de educação do Distrito Federal.

Assessoria de Comunicação Social do MEC com informações da SEB

Presidente da Fundação Palmares revoga proteção ambiental dos quilombos brasileiros

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O presidente da Fundação Cultural Palmares, Sérgio Camargo, revogou hoje a Instrução Normativa nº 1, de 31 de outubro de 2018, que definia a proteção ambiental em torno dos territórios dos quilombos brasileiros. A legislação que protegia os quilombos brasileiros era abrangente e democrática – previa participação efetiva dos quilombolas no processo de licenciamento de obras ou empreendimentos capazes de gerar impactos socioambientais, econômicos e culturais nas comunidades.

A decisão de Camargo, que afeta todo o patrimônio afro-brasileiro (existem cerca de 3,5 mil comunidades quilombolas no Brasil), retira a necessidade da mediação dos grupos quilombolas nos processos de licenciamento, assim como extingue as medidas de prevenção, mitigação, controle e compensação sobre as obras que atinjam áreas protegidas (a construção também participativa de programas, planos e projetos de contraponto para beneficiar as comunidades). Sem a condução participativa dos quilombos, os processos poderiam ser reprovados e suspensos. Agora, não há mais mecanismos de interrupção e a especulação imobiliária pode avançar sem problemas em territórios que cumpriria ao Estado proteger.

portaria de Sérgio Camargo faz parte de uma ampla blitz de fragilização do meio ambiente e de facilitação da especulação imobiliária no governo Bolsonaro, em especial no âmbito do Ministério do Turismo.

“Sexta de 3 Pontos!” diz Fábio Câmara

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Eu tive o privilégio de integrar a seleção de basquete do Liceu Maranhense e sei o quanto é difícil, no calor de uma disputa valendo pódio, fazer uma “cesta (com C) de 3” pontos! Na manhã desta sexta(com S) o senador Roberto Rocha arremessou bonito uma única bola e anotou 3 pontos no placar pro Maranhão Estrutural. 1-Unir a Ponta D’Areia à Área Itaqui Bacanga é construir uma ponte garantidora de acessos econômicos e sociais; 2- Implantar em São Luís uma ZPE – Uma Zona de Processamento de Exportação, um distrito industrial onde empresas nele localizadas operam com suspensão de impostos, liberdade cambial e gozam de procedimentos administrativos simplificados, é conectar a nossa Capital e todo o nosso Estado ao mundo e dar à nossa gente acesso ao usufruto de riquezas que hoje só se vão, diante dos nossos olhos, sem, contudo, jamais estarem devidamente colocadas nos nossos bolsos ou nas nossas mesas porque estão fora do alcance das nossa mãos; 3- Sanear a Lagoa da Jansen é, literalmente, dar a São Luís ares novos e saudáveis para que a saúde e o turismo respirem a plenos pulmões! Projetos de governos já há uma meia dúzia anunciados! Projetos de Estado, eu começo a traçar um e, por dever de consciência, sinto-me no dever de reconhecer no senador Roberto Rocha uma consistência que se materializa em ações concretas. E como toda boa casa se faz segura é a partir do alicerce, LAGOA , PONTE e ZEMA são 3 pontos e 3 pedras numa CESTA DE ROCHA!

Por: Fábio Câmara

Saúde diz que Fiocruz receberá IFA para 12 milhões de vacinas

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O Ministério da Saúde anunciou que a Fiocruz receberá nos dias 22 e 29 deste mês IFAs (Ingredientes Farmarcêuticos Ativos) suficientes para a produção de cerca de 12 milhões de vacinas da Astrazeneca contra a covid-19.

De acordo com a pasta, mais de 18 milhões de doses do imunizante já estão em processo de controle de qualidade para serem entregues ao longo das próximas semanas até meados de junho ao Ministério da Saúde. 

Os institutos Fiocruz e Butantan, responsável pela CoronaVac no Brasil, sofrem com a falta de insumos vindos da China desde o início do processo de produção dos imunizantes em território naciona. 

Após 4 meses, Brasil vacinou 18,5% dos adultos contra Covid-19

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Prestes a completar quatro meses em 18 de maio, a vacinação no país preocupa pelo ritmo lento e picado. Até quarta-feira (5), 18,5% da população adulta – aproximadamente 30,469 milhões de pessoas – havia recebido pelo menos a primeira dose de algum dos imunizantes contra a Covid-19 disponíveis no país. A população adulta brasileira corresponde a 163,9 milhões de indivíduos, segundo dados do IBGE.

Entre os que estão devidamente imunizados, isto é, que tomaram as duas doses, o total é ainda menor. São 14,5 milhões de brasileiros, cerca de 8,8%. Os dados foram levantados pelo (M)Dados, núcleo de jornalismo de dados, e se baseiam na plataforma de acompanhamento da vacinação do Ministério da Saúde.

O número avançou em relação ao levantamento feito pelo Metrópoles em abril, quando as informações indicavam que 12% da população havia recebido a primeira dose, e 3,4%, a segunda. Isso quer dizer que, em quase um mês, o país registrou aumento de 6,5 pontos percentuais entre aqueles que tomaram uma dose, e de 5,4 entre os que receberam as duas.

Dados mostram que o ritmo da vacinação não aumentou no último mês. Apesar de ter batido o recorde de doses aplicadas em abril (16,1 milhões), o país viu crescimento de apenas 1% em relação aos 30 dias anteriores.

Para o infectologista Marco Aurélio Sáfadi, professor da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo, a vacinação no Brasil está lenta e a principal razão é a falta de imunizantes.

“O número é muito abaixo do que poderíamos estar vacinando. É só lembrar que, em campanhas anteriores, como da influenza, nós vacinamos em média 75 milhões de pessoas também em poucos meses. Temos de reconhecer que essa limitação tem um único motivador: a indisponibilidade de doses suficientes. Se tivéssemos um maior estoque, com certeza a vacinação estaria mais avançada no país”, completa Sáfadi.

O especialista também afirma que a estratégia de aplicar a segunda dose com um espaço mais longo de tempo é uma das saídas possíveis. Na segunda-feira (3), o governo federal orientou estados e municípios a atrasarem a aplicação da segunda dose para 12 semanas depois da primeira. Para Safádi, frente à falta de imunizantes, esse intervalo agilizaria o acesso de mais brasileiros à vacina.

“Isto traria mais obstáculos para a transmissão do vírus, reduziria a mortalidade e hospitalizações”, afirmou.

Um estudo publicado pela agência de saúde pública inglesa apontou que a efetividade das vacinas Pfizer/BioNTech e Oxford/AstraZeneca após a primeira dose em idosos com mais de 70 anos é de 80%. Outro estudo, publicado em fevereiro na revista The Lancet, mostrou que a transmissão diminuiu 75% e os casos sintomáticos regrediram 85% após uma dose.

Já uma pesquisa recente da Universidade de Oxford indicou queda de quase 50% na contaminação após a primeira dose.

Segundo o Ministério da Saúde, foram 71,3 milhões de doses distribuídas para todas as secretarias estaduais de Saúde. Nesta semana, a previsão é de que aconteça a maior entrega de imunizantes desde o começo da pandemia de coronavírus no país.

Do total de 11 milhões de doses, 6,5 milhões foram produzidos pela Fiocruz; 4 milhões, pelo consórcio Covax Facility, encabeçado pela Organização Mundial da Saúde (OMS); 1 milhão, pela Pfizer/BioNTech; e 420 mil, pelo Instituto Butantan.

Paulo Gustavo morre aos 42 anos vítima da Covid no Rio de Janeiro

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O ator Paulo Gustavo, de 42 anos, morreu nesta terça-feira 4 vítima de complicações causadas pela Covid-19. Ele estava internado desde 13 de março no Hospital Copa Star, em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro.

O estado de saúde piorou desde domingo 2. Na tarde desta terça-feira, a família do ator divulgou uma nota classificando o quadro clínico do ator como “irreversível”. A informação foi divulgada na conta oficial do Twiter do comediante.

Segundo a nota, desde o último domingo o quadro do ator vinha se deteriorando. “Internado desde 13 de março, no Rio de Janeiro, com quadro de covid-19, Paulo Gustavo permanece no Serviço de Terapia Intensiva. A equipe médica acaba de emitir, novo boletim: Após a constatação da embolia gasosa disseminada ocorrida no último domingo, em decorrência de fístula brônquio-venosa, o estado de saúde do paciente vem deteriorando de forma importante. Apesar da irreversibilidade do quadro, o paciente ainda se encontra com sinais vitais presentes.”

Na mesma nota, a família do ator agradece o carinho dos fãs e admiradores e pede orações a Paulo Gustavo e às demais pessoas acometidas pela Covid-19.

Na noite desta terça-feira, foi confirmada a morte de Paulo Gustavo na conta oficial do ator no Twitter.

Carreira

Paulo Gustavo nasceu em Niterói, no Rio de Janeiro, e iniciou a carreira em 2006, quando foi indicado ao prêmio Shell no ano de estreia de Minha Mãe é uma Peça, comédia que montou para o teatro e que o consagrou nacionalmente quando foi adaptada para o cinema.

Na personagem Dona Hermínia, Paulo Gustavo homenageou sua própria mãe, Dea Lúcia, em uma interpretação que conquistou a identificação do público e garantiu a continuação, Minha Mãe é uma Peça 2, que também foi sucesso de bilheteria.

Em 15 anos de carreira, Paulo Gustavo fez cinco peças de destaque para o teatro e também atuou na TV, com cinco programas no canal Multishow: 220 Volts – A Série, Vai Que Cola, Paulo Gustavo na Estrada, A Vila e Além da Ilha.

Paulo Gustavo casou-se em 2015 com Thales Bretas, com quem tem dois filhos: Romeu e Gael, de um ano e oito meses.

Quem é a Montanha e Quem é Maomé?

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Por Fábio Câmara

“Nós (governo estadual) temos aguardado a manifestação do prefeito (Braide), ele ainda não fez nenhuma manifestação acerca disso (aproximação politica). Tenho certeza que assim que o fizer, terá toda a reciprocidade do governador Flávio Dino.

Agora, é uma iniciativa que, certamente, deve partir do prefeito, em torno de uma pauta para a cidade. Afinal, ele é o gestor municipal e tem a responsabilidade de cuidar da cidade e, portanto, buscar parcerias.” Secretário Estadual de Cidades e Desenvolvimento Urbano, Marcio Jerry.
A lógica presente nessa fala do Sec. Márcio Jerry é bastante interessante!

Pena que nem ele e nem o governador Flávio Dino a seguem. É qualquer coisa do tipo: “- Faça o que eu te digo. Mas, não faça o que eu faço!” Dino é o “gestor” do governo estadual. Dino tem o dever de buscar parcerias para mais e melhor gerir. Dino e Jerry buscaram quais parcerias junto a Bolsonaro? Enquanto São Luís – administrada pelo Braide – é a segunda capital brasileira a, proporcionalmente, mais vacinar e com um dos melhores índices de desempenho operacional frente à crise pandêmica, o Maranhão de Dino e Jerry apresenta mais de 20 mil novos casos de infectados e um gráfico preocupante para o desenho do COVID-19.

Se os números da capital são positivos e isso acontece sem a participação do governo estadual, a quem mais interessa uma aproximação para beneficiar-se desse bônus? É fato que todo o nosso povo de São Luís e do Maranhão ganha com uma parceria Estado/Município.

Porém, também é fato que as eleições do ano que vêm são de âmbito estadual e, portanto, é de interesse do governador coroar a sua sofrível estada de 7 anos sentado nos Leões, fazendo algo que o referende a pedir votos para si ou para outros aliados.

E para ter esse respaldo no maior Colégio Eleitoral do Estado que ele diz “governar”, faz-se necessário muito mais que apenas asfaltar algumas ruas. Para ter sucesso em qualquer empreitada política para a qual se proponham, Jerry e Dino sabem que são eles que precisam descer do pedestal e depois descerem dos saltos.

Agora, se a tolice e a arrogância darão lugar à sabedoria e à humildade, aí papai, só o tempo dirá! E enquanto isso Weverton Rocha segue crescendo e se fortificando! Mas, essa é uma outra prosa para um outro dia. “- Pensem no que eu digo e repensem o que vocês fazem!” Fábio Câmara