Autoridades do Estado do Rio de Janeiro se reuniram com o governador Wilson Witzel (PSC) na tarde desta terça-feira (20) para falar com jornalistas sobre o sequestro de um ônibus na ponte Rio-Niterói. De acordo com o governador, o sequestrador estava pronto para incendiar o veículo, pois tinha pendurado diversas garrafas com gasolina e segurava um isqueiro.

Witzel falou na entrevista que fez uma oração após a morte do sequestrador para agradecer as vidas salvas. Ele também afirmou que falou com familiares do homem para tentar saber o que poderia ter motivado a ação.

“Estamos acolhendo a família do agressor. A mãe está muito abalada, se perguntando onde errou e eu disse que nós vamos ajuda-la a superar esse momento difícil”, falou.

Maurílio Nunes, tenente-coronel da PM e comandante do Bope (Batalhão de Operações Especiais), disse que a decisão de utilizar um atirador de elite para conter o sequestrador foi tomada em um gabinete de crise montado no local.

“A psicóloga traçou o perfil dele a partir de conversas com as vítimas que foram liberadas. Ele dizia o tempo todo que queria parar o Rio de Janeiro. No momento que ele saiu com a arma apontada na cabeça de uma das vítimas, a gente iniciou a negociação tática. Só fizemos o necessário para conter a movimentação dele.”

Sequestrador baleado

O homem foi atingido após quatro horas negociando com a Polícia Militar. Durante a ação criminosa, o sequestrador fez 37 pessoas reféns em um ônibus durante a manhã desta terça.

Quando foi atingido, o homem havia descido do ônibus e arremessado um casaco em direção aos negociadores, no momento que foi ao chão.

Fonte: R7 Notícias

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