O goleiro Bruno Fernandes foi autorizado pela Justiça de Minas Gerais a cumprir o restante da pena por homicídio qualificado no município de Várzea Grande. Com isso, Bruno Fernandes, cumpre prisão domiciliar em regime semiaberto, está liberado para assinar contrato de trabalho com o time do Operário de Várzea Grande.

O Ministério Público Estadual de Minas Gerais (MP-MG) já havia assinado o parecer favorável a contratação do goleiro Bruno pelo Operário de Várzea Grande.

“Considerando que a obtenção de trabalho foi uma das condições assumidas para o cumprimento da pena no regime semiaberto em prisão domiciliar e tendo em vista a profissão que sempre exerceu o reeducando e o teor da proposta de emprego por ele apresentada, o Ministério Público não se opõe ao requerimento”, dizia trecho do documento do MP-MG.

O que diz o Operário de Várzea Grande

De acordo com o supervisor do Operário de Várzea Grande, André Xela, Bruno Fernandes já definiu as bases salariais para atuar em 2020.

“O Bruno aceitou nossa proposta por acreditar no projeto. Ele vem com salário mensal dentro do teto do clube, que é de R$ 4 mil a R$ 6 mil. Não vamos fazer loucura”, disse André Xela, em entrevista ao portal O Globo.

Segundo o representante do CEOV, Bruno já pediu preparador de goleiros e deve estar apto a entrar em campo em dois meses.

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