Será que o presidente Bolsonaro e o Governador de Roraima, Antônio Denarium,  sonham que uma pessoa que usa seus nomes e se coloca como séria e honesta na verdade é um médico com histórico de incompetência e acusações de corrupção?

Estamos falando do atual Secretário de Estado da Saúde de Roraima: o turista Allan Garcês.

Apesar de chegar com um discurso moralista e de aversão à corrupção, não é bem isso que funcionários da saúde tem presenciado nos curtos períodos em que ele esteve na Sesau para trabalhar.

Após 30 dias à frente da secretaria, ele passou 16 viajando. Na verdade, ele não é igual aos seus antecessores, ele é bem pior.

Mas vamos ao jantar na casa do seu cumpadre, que segundo fontes, ocorreu na noite de uma quarta-feira (29/01/20). Além de Garcês, a seleta lista de convidados contava com dois empresários conhecidos.

O compadre e seu sócio

Nilmar Fogassi, dono da Medtec, conhecido no meio político por sua arrogância e por falar demais, além de ser uma pessoa que ninguém quer por perto. Tem fama de corrupto, já teve vários contratos na saúde e já foi acusado de não cumprir com os serviços, tampouco entregar os produtos, nossa fonte nos informou que sua especialidade é emitir notas fiscais sem entregar o objeto.

Advogado André Vilória, dono da empresa Thayti Comércio e Serviços, que também já prestou serviços para a Sesau, fornecendo alimentação. 

O Cardápio

Mas sobre o que as figuras impolutas conversaram entre cada taça de whisky 21 anos?

Nossa fonte nos contou tudo sobre o cardápio perigoso para os cofres públicos de Roraima.

Na pauta da reunião estariam processos que envolvem as empresas de Nilmar Fogassi e André Vilória, com restos a pagar desde 2010 que somam mais de R$ 8,4 milhões.

Dia seguinte

Segundo a mesma fonte, no dia seguinte ao jantar, o secretário Garcês teria determinado à Coordenadora Geral de Urgência e Emergência, Ava Moraes, que fizesse um levantamento geral dos processos referentes às empresas de Fogassi e Vilória.

Neste mesmo dia, Nilmar Fogassi teria ainda visitado a o setor de licitações da Secretaria de Saúde, onde teria buscado informações a respeito de pregões em andamento. Seu objetivo seria “encaixar” uma nova empresa de sua propriedade, a JPL da Silva, como fornecedora do estado.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui