Um ferryboat identificado como São Marcos, que pertence a empresa Internacional Marítima, foi flagrado derramando óleo combustível no mar no Maranhão.

Por meio de nota, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema) informou que vai enviar uma equipe para averiguar a ocorrência e encaminhar os órgãos que possuem competência para tomar as providências.

Operação do Stellar Banner

Cerca de 255 militares da Marinha do Brasil estão atuando diretamente na operação de resgate do navio Stellar Banner (encalhado na costa maranhense desde fevereiro). Cinco rebocadores, sendo três com materiais de combate à poluição causada por óleo, também servem de apoio no local.

Além disso, estão sendo usados um drone com câmera térmica, um helicóptero S-76C e três embarcações de suporte às atividades contingência de derramamento do óleo.

Área afetada

A área afetada no casco do navio é de cerca de 25 metros, segundo o chefe de Estado-Maior do Comando do 4º Distrito Naval, Robson Neves Fernandes. Atualmente, não há registro de vazamentos.

No dia 28 de fevereiro, o Ibama havia verificado o vazamento de 333 litros de óleo no mar e o poluente havia se espalhado por uma área de 0,79 km². Um dia depois, o instituto afirmou que não visualizou mais as manchas de óleo encontradas anteriormente.

Técnicos também trabalharam para vedar ainda mais os tanques de combustível e reforçar as travas dos compartimentos de carga, onde está o minério.

A Superintendência da Polícia Federal (PF) no Maranhão informou que abriu um inquérito para apurar possível crime ambiental no acidente do Stellar Banner. Antes, a Marinha já tinha informado que instaurou um inquérito administrativo para apurar causas, circunstâncias e responsabilidades sobre o caso.

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