Terminado o prazo de filiação partidária é hora de fazer os prognósticos visando as eleições de outubro próximo, isso se nada mudar por conta da pandemia do novo coronavírus.

Em São Luís, com os partidos montados e diante da divulgação de alguns nomes de filiados, já conseguimos enxergar pelo menos quatro conhecidos políticos como eleitos ao abrir das urnas do dia 04 de outubro deste ano.

Todos os citados abaixo estão filiados em agremiações partidárias que possuem vereadores de mandato.

O primeiro é Fábio Câmara que virou pedetista e, sem sombra de dúvida, será eleito vereador. Digo isso com tanta convicção porque o ex-vereador “preto de liso” e sem mandato, obteve há dois anos – na eleição de 2018 – nada menos que 10.520 votos apenas em São Luís como candidato a deputado estadual. O desempenho foi tão surpreendente que acabou vencendo 10 vereadores de mandatos que disputaram a mesma eleição.

Outro que tem vaga certa como vereador de São Luís é o vice-prefeito Júlio Pinheiro. Presidente do partido do governador Flávio Dino (PCdoB), o ex-presidente do Sinproesemma conseguiu ampliar suas bases eleitorais nesses quase 4 anos que ficou na primeira linha sucessória do prefeito Edivaldo Holanda Júnior. Sua principal bandeira nessas eleições serão as ações da prefeitura e do governo do Estado.

12º mais votado nas eleições de 2016, o médico Sebastião Albuquerque só não conseguiu se eleger no alto dos seus 5.501 votos porque sua coligação formada pelo PMDB e o PRP não alcançou o cociente eleitoral. Para se ter uma ideia da expressiva votação de Sebastião, ele teve mais votos que 20 vereadores eleitos em São Luís. É mole?! Agora no PSL, Albuquerque que mantém seu trabalho, sobretudo, na área da saúde é nome certo para se eleger.

Dos 31 vereadores eleitos em 2018, Armando Costa tirou mais votos que 6 dos eleitos. Ficou em situação desconfortável de primeiro suplente, com 4.302 votos, pois sua coligação elegeu 3 vereadores. Nesses quatro anos sem mandato, o ex-vereador intensificou o trabalho para retornar à Câmara Municipal de São Luís, desta vez pelo Democratas. Porém, entre todos os citados neste post, Armando é o que terá mais dificuldade.

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