A Controladoria-Geral da União (CGU), que participou em conjunta com a Polícia Federal (PF) na “Operação Cobiça Fatal” realizada na última terça-feira (9) nas cidades de São Luís e São José de Ribamar, informou que uma das empresas contratadas para o fornecimento de máscaras para combate a Covid-19 nunca havia vendido o produto antes.

Já a outra empresa contratada operava em nome de “laranjas”, além de ser de “fachada”. A investigação aponta ainda que as empresas não possuíam capacidade técnico-operacional para fornecimento de máscaras cirúrgicas descartáveis superfaturadas.

A PF identificou também que outras empresas estão envolvidas, no suposto esquema de fraude e atuavam em pelo menos outros municípios do estado.

Operação Cobiça Fatal

Na manhã da última terça-feira (9), a Polícia Federal (PF), com o apoio da Controladoria Geral da União (CGU), deflagrou nas cidades de São Luís e São José do Ribamar, a operação “Cobiça Fatal”, com o intuito de desarticular associação criminosa voltada à fraude em licitações visando desviar recursos públicos federais que seriam usados no enfrentamento do novo coronavírus (Covid-19) nas cidades.

As ordens judiciais foram expedidas pelo juiz da 1ª Vara Federal de São Luís.

A operação tinha como objetivo o cumprimento de três mandados de prisão temporária e de 14 mandados de busca e apreensão em São Luís e em São José de Ribamar.

A operação investiga ainda possíveis fraudes em processos licitatórios dessas empresas revendedoras de insumos hospitalares superfaturados nos municípios de Timbiras e Matinha.

A mesma empresa já teria formalizado contratos, após dispensa de licitações também nos municípios de Icatu, Cajapió, Lago do Junco e Porto Rico do Maranhão.

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