Investigação da Polícia Federal revela participação de Lula Fylho, secretário de Saúde da gestão de Edivaldo Holanda Júnior (PDT), na fraude montada para superfaturar a compra de 320 mil máscaras com valor de R$ 3,1 milhões.

Nos autos constam que Lula Fylho, a Precision Representações de Materiais Hospitalares e Medicamentos, e C.J. Comércio, conhecida como Só Saúde, e as servidoras Andreia dos Santos Marão e Nalva Cristina Campos dos Santos montaram um esquema para fraudar a licitação para a aquisição dos insumos hospitalares.

No dia 15 de abril, o auxiliar de Edivaldo Júnior assinou dois contratos, sem licitação, com as empresas Precision e Só Saúde para aquisição de máscaras cirúrgicas para serem utilizadas no combate ao novo coronavírus (Covid-19) em São Luís.

Após denúncias, os contratos ficaram sob suspeitas, o que levou a Polícia Federal abrir uma investigação.

No decorrer do processo, foi descoberto que as ganhadoras dos acordos contratuais são empresas de fachadas operadas em nomes de “laranjas”.

A Precision aparece no cadastro da Receita Federal como sendo das sócias Terezinha de Jesus Neves Bottentuit e Lúcia Maria Chuairy Cunha, mas é de propriedade de fato de Sormane Silva Santana e de Alexandre Chuairy Cunha.

No mesmo site a Só Saúde tem como dono Ademar Cândido Almeida de Oliveira Sousa, entretanto é operada por João de Deus Souza Lima Junior.

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