À comissão, Roberto Dias negou pedido propina e chamou vendedor de picareta; senadores aprovaram três requerimentos, entre eles o de convocação de reverendo que teria sido autorizado pelo Ministério da Saúde a negociar a compra de vacinas

O ex-diretor de logística do Ministério da Saúde Roberto Ferreira Dias afirmou à CPI da Covid, no Senado, que as negociações para a compra de vacinas estavam “restritas” à secretaria-executiva da pasta e não tinham relação com o departamento onde trabalhou. No entanto, Dias se contradisse ao afirmar que não negociava vacina, mas confirmar que recebeu e-mail da empresa que ofereceu o vacina indiana Covaxin.  Ele foi exonerado do cargo logo após a denúncia de um suposto pedido de propina se tornar pública, além de ter sido acusado de apressar, dentro do ministério, a aprovação da vacina indiana Covaxin.

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