A enfermeira Emanoella Martins-Fuhrmann trabalha em um hospital da cidade de Solingen no estado de Renânia do Norte-Vestfália, um dos mais atingidos pelas chuvas. Mais de 80 pessoas morreram vítimas de inundações no país. Bélgica também foi atingida.

A enfermeira geriátrica cearense Emanoella Martins-Fuhrmann, de 26 anos, mora em Solingen, cidade do estado alemão de Renânia do Norte-Vestfália, atingido pelas chuvas que deixaram 80 mortos e mais de 1 mil desaparecidos no país.

“Minha cidade foi bastante atingida pelas enchentes, alguns bairros tiveram que evacuar as pessoas e muitos que não tinham para onde ir tiveram que ficar em hotéis que eles não precisaram pagar. O rio Wupper, que corta algumas partes da cidade subiu, isso tudo começo no dia 14/07, já sabíamos que iria chover, mas nada foi dito que seria nessa proporção. Muitos morreram afogados no porão da própria casa”, afirmou a cearense que já mora há seis anos no país.

As fortes enchentes transformaram ruas em rios com correntezas violentas, que varreram carros, arrancaram árvores e causaram o desabamento de algumas edificações. Represas correm o risco de se romper na Alemanha e na Bélgica.

Imagens áreas divulgadas pelas autoridades do distrito de Colônia mostram uma cratera formada por um deslizamento de terra imenso causado pelo excesso de água, que arrastou lama e destroços.

O que se sabe até o momento:

  • 113 mortos na Alemanha
  • 14 mortos e 4 desaparecidos na Bélgica
  • As regiões mais afetadas na Alemanha são os estados da Renânia do Norte-Vestfália e Renânia-Palatinado
  • 1,3 mil pessoas desaparecidas no distrito de Ahrweiler, na Renânia do Norte-Vestfália, a cerca de 40 km ao sul da cidade de Colônia
  • 114 mil casas estão sem energia nos 2 estados, segundo a maior empresa de distribuição do país

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