Início Site Página 3

Vereador Thyago Freitas esclarece caso do carro supostamente roubado encontrado em seu poder

0

O vereador Thyago Freitas (PDC), ligou, na manhã desta quinta-feira (25), para o programa “Acorda Maranhão”, apresentado pelo também vereador Marcial Lima, na Rádio Mirante AM, a quem deu sua versão para o polêmico caso de um veículo supostamente roubado que a Polícia Civil teria resgatado em sua residência, ontem, na Península da Ponta D,Areia.

“Não existe carro roubado. Realmente a Polícia Civil fez a busca e encontrou uma caminhonete Fiat Toro que estava na garagem. Mas não comprei carro roubado. Sou um empresário das áreas de veículos e da construção civil. O carro eu recebi numa transação comercial. Ele é oriundo de uma concessionária de Pernambuco e, na transação, o recebi, juntamente com os boletos para terminar de pagar as prestações”, destacou.

Afirmou ainda o vereador, que ele esteve na delegacia, deu os esclarecimentos e sequer foi indiciado, uma vez que a concessionária pernambucana confirmou que o carro havia sido alugado e não furtado, embora esse tipo de situação configure crime, por parte do locatário.

“Se o governo tivesse as vacinas, não teríamos colapso”, diz ex-ministro Mandetta

0
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, anuncia, nova formulação de medicamento para tratamento da tuberculose para crianças

O Brasil vive o pior momento da pandemia da Covid-19. Sucessivos recordes de mortes e novos casos do novo coronavírus (Sars-CoV-2), UTIs lotadas em todo o país, filas em hospitais, vacinação ainda lenta e o sistema de saúde brasileiro à beira do colapso.

Para entender como o país chegou ao cenário mais crítico da crise sanitária, o iG entrevistou com o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta.  Mandetta classificou o governo federal como “negligente” pela postura no combate à Covid-19. “O governo federal negligenciou a pandemia e a ciência.

Eles acharam que era uma briga política, eles acharam que tinham que brigar com o Doria, falar mal do Butantan e da China, perdeu-se oito meses até quinze dias atrás para eles sentarem com a Pfizer, nós tínhamos que ter comprado todas as vacinas”, criticou o ex-ministro.

O médico explicou o que deveria ter sido feito para evitar a situação atual, criticou a demora para a compra de vacinas por parte do governo federal e opinou sobre o contexto político brasileiro. 

O ex-ministro considera que o maior erro do Ministério da Saúde na pandemia foi não ter negociado com todas as farmacêuticas e não ter comprado todas as vacinas. “A gente já teria vacinado todos os idosos, não tinha colapso nenhum nesse momento, quem ainda está lotando as unidades de saúde é o pessoal de 70 anos, porque na turma de 90 anos para cima, o primeiro grupo a ser vacinado, as taxas de internação já caíram”, ressaltou.

Segundo ele, com as negociações pela vacina ocorrendo agora, como a Pfizer e a Janssen, é provável que o Brasil só receba as doses necessárias no segundo semestre, e só poderá ser possível imunizar se o vírus não sofrer mutações. “Eu lamento que a gente não tenha feito isso ali em julho ou agosto, mas eu tenho que ter esperança de que essas vacinas vão chegar”.

Ao ser questionado sobre o contexto político brasileiro e uma possível eleição em 2022 entre o ex-presidente Lula e Jair Bolsonaro, Mandetta afirmou que esse cenário seria um pesadelo. “Eu não quero nem sonhar com isso. Eles são muito iguais, são a mesma face da moeda. Eu tenho certeza que a grande maioria da sociedade não quer os dois pelo conjunto da obra. O país não é maniqueísta, preto ou branco, somos plurais. Eu quero uma pessoa centrada e sentada, capaz de dialogar”.

Pouco mais de um ano depois da confirmação do primeiro caso da doença no Brasil, já foram registrados mais de 11 milhões de infecções e mais de 280 mil mortes causadas pela doença.

Das 27 unidades federativas, 24 estados e o Distrito Federal estão com ocupação de leitos de UTI superior a 80%, sendo 15 com taxas ultrapassando 90%. Mandetta foi demitido em 16 de abril de 2020 por discordar do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em muitas questões, entre elas, o isolamento social e uso da cloroquina.

Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira prêmio de R$ 40 milhões

0
Mega-Sena, concurso da Mega-Sena, jogos da Mega-Sena, loteria da Mega-Sena

A Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira (17) um prêmio acumulado em R$ 40 milhões. As seis dezenas do concurso 2.353 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário do Tietê, na cidade de São Paulo.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

De acordo com a Caixa, caso apenas um apostador acerte o prêmio principal e aplique todo o valor na poupança, receberá R$ 46,3 mil de rendimento no primeiro mês.

A aposta mínima, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

Novo ministro da Saúde diz que foi convocado para dar continuidade ao trabalho de Pazuello

0

Apesar da troca no comando do Ministério da Saúde, quem esperava uma mudança na estratégia de enfrentamento à pandemia se decepcionou com o que ouviu do novo titular da pasta, o cardiologista Marcelo Queiroga. Ele anunciou que dará continuidade ao trabalho do atual gestor, Eduardo Pazuello.

Antes mesmo de iniciar o processo de transição, o médico tratou de deixar claro que fará tudo o que o presidente Jair Bolsonaro mandar. “A política é do governo Bolsonaro, não do ministro. O ministro executa a política do governo”, enfatizou. A declaração confirmou o que especialistas já apontavam: ele foi escolhido justamente porque não pretende se opor ao chefe do Planalto e será tão ou mais obediente do que Pazuello.

Nesta terça-feira (16/3), enquanto Queiroga confirmava que a nova gestão continuará o trabalho feito, nos últimos meses pelo general, o Brasil teve seu pior dia desde o início da pandemia: registrou o recorde de 2.841 mortes em 24 horas e ultrapassou os 280 mil óbitos por covid-19.

Essa média diária foi alcançada pelos Estados Unidos, em dezembro de 2020, quando ainda era o país na pior situação. “É muito difícil Bolsonaro aceitar qualquer ministro que não se curve a ele, que não seja subserviente”, explicou o cientista político Cláudio Couto, da Fundação Getulio Vargas.

“Ele (presidente) ignora questões lógicas em relação à gestão pública e rechaça quem tenta fazer diferente. Pazuello fez praticamente tudo o que ele queria que fizesse. Até a desautorização pública em relação às vacinas ele matou no peito. Foi fiel ao seu chefe. Queiroga talvez saiba se esquivar melhor de cascas de banana.”

De acordo com o especialista, uma mudança de postura por parte de Bolsonaro só ocorreria caso o presidente entendesse que pode ser severamente prejudicado nas próximas eleições. A coerência, no entanto, não é uma marca do governo federal, conforme assinalou.

Secretário executivo do Ministério Saúde no início da gestão Bolsonaro, o médico João Gabbardo lamentou o fato de Queiroga assumir a pasta sem rechaçar o uso de cloroquina ou defender um lockdown, medidas que contrariam a visão do presidente. “O recorde de óbitos hoje (ontem) será em alta escala. Sugestão: não se posicione contra o lockdown nacional”, aconselhou, nas redes sociais, o atual coordenador do Centro de Contingência da covid-19 no governo de São Paulo.

O cientista político David Fleischer, da Universidade de Brasília (UnB), considerou a troca de Pazuello por Queiroga como “seis por meia dúzia” no ministério, mas acredita que a mudança teve a intenção de evitar desgastes para o governo com uma CPI da Covid no Senado. “Eles estavam muito alvoroçados com essa questão. Pazuello estava vulnerável. Agora, Queiroga será mais um capacho no Ministério da Saúde.

Ele mesmo falou que vai continuar o trabalho de Pazuello”, afirmou. Apesar de ser técnico e ter reconhecimento profissional — é presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia —, Queiroga não desfrutará de mais liberdade do que o antecessor, na avaliação de Fleischer. “Ele é médico, mas já falou a favor da cloroquina. Um médico que defende isso não leva em conta a ciência.”

EUA admitem pressão para o Brasil não adquirir vacina da Rússia contra a Covid-19

0

Nesta segunda-feira (15), o Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS, na sigla em inglês) dos Estados Unidos confirmou que pressionou o Brasil contra a compra da vacina russa Sputnik V. Para tanto, a HHS utilizou dos meios diplomáticos na região das Américas para diminuir as negociações do imunizante entre as nações sul-americanas.

De acordo com o relatório publicado pela HHS as agências do governo dos EUA, com o objetivo de fortalecer as relações diplomáticas, ofereceram assistência médica e humanitária para demover outros países na região a aceitar a ajuda desses “Estados mal-intencionados”.

No Brasil, o Ministério da Saúde declarou na última sexta-feira (12) que assinou um contrato para a compra de dez milhões de doses da vacina russa Sputnik V. Mas, o imunizante ainda não possui a aprovação para uso emergencial da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

No entanto, o Consórcio Nordeste, formado por governadores da região brasileira, também anunciou um acordo para adquirir o imunizante russo, garantindo a compra de 39,6milhões de doses da vacina russa, que apresenta eficácia comprovada de 91,6%. Até o momento, o Brasil aplica doses de somente duas vacinas, a CoronaVac, uma parceria do Instituto Butantã com a chinesa Sinovac, e a Covishield, parceria da Fiocruz com a AstraZeneca/Oxford.

Covid-19: Brasil tem 20º dia seguido de recorde na média de mortes

0

O país registrou na quinta (15) o 20º dia seguido de recorde no número de mortes por covid-19, segundo a média móvel de sete dias divulgada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O boletim Monitora Covid da Fiocruz mostra que a média de óbitos chegou a 1.841. A média está 69,5% acima do número de um mês antes (1.086 óbitos) e é 50,3% superior ao registrado 14 dias antes (1.225). Na comparação com o pico de 2020, que ocorreu em 25 de julho, quando atingiu a marca de 1.096 mortes, o crescimento chegou a 67,9%. A média móvel de sete dias da Fiocruz é calculada através da soma dos registros no dia e nos seis dias anteriores e da divisão do total por sete. Por isso, os números divergem daqueles apresentados pelo Ministério da Saúde, que apresenta apenas os óbitos registrados em um dia específico. O total de casos chegou ontem a 66.849, segundo a média móvel de sete dias. As altas são de 19,4% em relação a 14 dias antes (55.977 casos) e de 46,9% na comparação com 30 dias antes (45.518). Os casos, no entanto, estão 6,5% abaixo do recorde registrado no dia 13 de março (71.531).

Rachadinha: Assessores de Bolsonaro sacaram mais de meio milhão de reais

0

Quatro ex-funcionários do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) que o acompanharam no período em que ocupou a cadeira de deputado federal deixaram indícios de participação em um esquema conhecido como rachadinha – quando o assessor parlamentar entrega parte do salário para o parlamentar.

Nesta segunda-feira (15/3), o site UOL publicou matéria  demonstrando que quatro funcionários que trabalharam para Jair Bolsonaro em seu gabinete na Câmara dos Deputados retiraram 72% de seus salários em dinheiro vivo. Eles receberam R$ 764 mil líquidos, entre salários e benefícios, e sacaram um total de R$ 551 mil.

Filhos

Os filhos do presidente Jair Bolsonaro também estariam envolvidos em suspeita de participação no esquema da rachadinha.

O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos) foi denunciado em novembro passado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro pelo desvio de R$ 6,1 milhões da Alerj, dos quais R$ 4,23 milhões foram obtidos em dinheiro vivo.

Na denúncia ao Tribunal de Justiça do Rio, os procuradores escreveram que “no período de atuação da organização criminosa na Alerj também ocorreram centenas de saques nas contas bancárias de outros ex-assessores, em valores expressivos e próximos às datas dos créditos da Alerj de forma inusual”.

Ao menos quatro funcionários do gabinete do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) sacaram 87% de seus salários em dinheiro vivo. Juntos, eles retiraram um total de R$ 570 mil.

O intenso volume de saques de assessores de Carlos Bolsonaro, após os pagamentos, é semelhante ao padrão apontado pelo MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) na suposta organização criminosa que funcionava no gabinete do irmão mais velho, Flávio Bolsonaro, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

‘Bolsonaro nos traiu’, diz policial que agora lidera manifestações contra presidente

0

“Fiz campanha, falei para os meus amigos e família votarem no Bolsonaro porque ele ajudaria nossa categoria, seria a favor da segurança e contra a corrupção. A gente se mobilizou, buscou voto. Tudo isso caiu porque ele não nos enxergou depois de eleito, não nos considerou. Para ele, a gente não existe.”

Foi assim que o presidente da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF) e um dos líderes da União de Policiais do Brasil, Dovercino Neto, resumiu a insatisfação dele em relação ao governo de Jair Bolsonaro em entrevista à BBC News Brasil. De apoiador do presidente durante a campanha à presidência, hoje ele diz que se sente traído e ameaça uma paralisação nacional da categoria nos próximos dias.

“Na campanha, o Bolsonaro tinha um perfil e posicionamento a favor do policial, de valorizar e defender a categoria. A grande maioria dos policiais acreditou nesse discurso. Mas, na primeira oportunidade, ele nos traiu ao nos incluir na Reforma da Previdência”, afirmou Neto.

Para ele, o segundo golpe veio com a aprovação nesta quinta-feira (11/03) da PEC Emergencial — alteração da Constituição que prevê recursos para a volta do auxílio emergencial, mas estabelece também o congelamento dos salários dos servidores públicos sempre que as despesas do governo Federal e de Estados e municípios ultrapassarem certos limites.

Dino fecha bares e restaurantes de SLZ por uma semana

0

O Governador Flavio Dino decidiu decretar o fechamento Total de todos os bares e restaurantes da grande Ilha durante os dias de 15 a 21 de Março.

Flávio também anunciou um auxílio  emergencial para os micro e pequenos empresários do ramo.

Flávio disse que tal medida é necessária para tentar diminuir a escalada desenfreada de contaminação da COVID-19

O Governador também disse que em relação ao auxilio emergencial para os artistas deverá ser intensificado nessa semana

Os bares e restaurantes poderão funcionar no sistema Delivery

Igrejas e templos religiosos também terão limitações na Região Metropolitana de São Luís: deverão funcionar com, no máximo, 30% da sua capacidade.

MAIS UM 11 TRAGICO

0

Dia 11 de Março de 2020. Há 1 ano a OMS reconhecia estado pandêmico mundial. Para alguns, algo criado em laboratório; para outros um produto do desequilíbrio da relação homem meio ambiente e ainda para tantos, uma manifestação de um juízo apocalíptico. Porém, para além de todas a certezas e conjecturas, está o fato de que a pandemia de COVID-19 é um tipo de “fim do mundo!” Ou pior: “Fim de mundoS!”

Mais de 2 milhões e seiscentos mil mundos finado e contando. Infelizmente, não são mais eles, os que partiram, os que podem contar. Somos nós, os enlutados, que seguimos contando dores e saudades. E apesar de sobreviventes, também passamos a vivenciar um tal “novo normal” que não é, senão, apenas parte daquele mundo que, tanto para vivos quanto para mortos, acabou!

Porém, é exatamente diante de calamidades como esta que a humanidade se reinventa e resgata princípios e fundamentos que dão real sentido para O SER e para O ESTAR , no mundo, com ele e com O PRÓXIMO! O gesto de “uma mão lavando a outra” é tanto sanitário quanto didático em razão de nos remeter aos conceitos de solidariedade, parceria, coletividade e altruísmo.

Assim, que os mundos sepultados, tal qual sementes, germinem sobre uma Terra renovada na qual nos ocupemos mais com o que realmente importa – Viver a Vida e deixar Viver!

Por Fábio Câmara